Depois de longo tempo sem escrever, animei-me a voltar a postar para falar do filme mais discutido e assistido atualmente no país.
Tropa de Elite, filme brilhantemente dirigido por José Padilha, que foi "lançado" antes mesmo de sua estréia no cinema, em função da facilidade ao acesso do mesmo pela pirataria, é um tapa na cara de muita gente.
Mas, apesar do grande mérito em “esbofetear” muitos que defendem atitudes e pensamentos indefensáveis, penso que o filme, enquanto obra em sua essência, é um retrato duro e cruel da realidade que cerca os moradores das favelas do Rio de Janeiro e a polícia carioca. E é justamente este o seu maior mérito: expor a realidade como ela é, o que foi possível de ser demonstrado em virtude da participação de ex-policiais do BOPE (Batalhão de Operações Especiais) na construção do filme.
Some-se a isso a estupenda atuação do ator Wagner Moura, protagonista do filme, que ficou mais conhecido do público brasileiro pela sua atuação na novela global Paraíso Tropical no papel do vilão Olavo, onde conquistou empatia nacional. No filme, o autor interpreta de forma brilhante o Capitão Nascimento, dando vida ao principal personagem, que narra a estória do seu ponto de vista, ou seja, do lado da Tropa de Elite da polícia carioca.
Sei que muitos serão contrários a minha opinião, mas acredito que este filme deveria ser assistido por estudantes de todo o país ou, ao menos, a realidade que ele descreve. Não acredito mais em campanhas do tipo “não faça isso ou aquilo” ou “isso ou aquilo faz mal à saúde”. Penso que, por mais duro que seja, a conscientização deve vir com campanhas que realmente mostrem as conseqüências dos atos muitas vezes não pensados por muitas pessoas. Exemplificando: fumar “só um baseadinho” é financiar o tráfico e, conseqüentemente, o crime, e, conseqüentemente (desculpa a redundância), a morte de milhares de pessoas inocentes.
Parabéns a todos aqueles que trabalharam no filme, seja na produção, na retaguarda ou dando vida aos seus personagens. Espero, sinceramente, que seja ele assistido por muitos. Minha dica eu deixo aqui: vale a pena.
Notícia publicada no endereço anterior em 18/10/2007.
Tropa de Elite, filme brilhantemente dirigido por José Padilha, que foi "lançado" antes mesmo de sua estréia no cinema, em função da facilidade ao acesso do mesmo pela pirataria, é um tapa na cara de muita gente.
Mas, apesar do grande mérito em “esbofetear” muitos que defendem atitudes e pensamentos indefensáveis, penso que o filme, enquanto obra em sua essência, é um retrato duro e cruel da realidade que cerca os moradores das favelas do Rio de Janeiro e a polícia carioca. E é justamente este o seu maior mérito: expor a realidade como ela é, o que foi possível de ser demonstrado em virtude da participação de ex-policiais do BOPE (Batalhão de Operações Especiais) na construção do filme.
Some-se a isso a estupenda atuação do ator Wagner Moura, protagonista do filme, que ficou mais conhecido do público brasileiro pela sua atuação na novela global Paraíso Tropical no papel do vilão Olavo, onde conquistou empatia nacional. No filme, o autor interpreta de forma brilhante o Capitão Nascimento, dando vida ao principal personagem, que narra a estória do seu ponto de vista, ou seja, do lado da Tropa de Elite da polícia carioca.
Sei que muitos serão contrários a minha opinião, mas acredito que este filme deveria ser assistido por estudantes de todo o país ou, ao menos, a realidade que ele descreve. Não acredito mais em campanhas do tipo “não faça isso ou aquilo” ou “isso ou aquilo faz mal à saúde”. Penso que, por mais duro que seja, a conscientização deve vir com campanhas que realmente mostrem as conseqüências dos atos muitas vezes não pensados por muitas pessoas. Exemplificando: fumar “só um baseadinho” é financiar o tráfico e, conseqüentemente, o crime, e, conseqüentemente (desculpa a redundância), a morte de milhares de pessoas inocentes.
Parabéns a todos aqueles que trabalharam no filme, seja na produção, na retaguarda ou dando vida aos seus personagens. Espero, sinceramente, que seja ele assistido por muitos. Minha dica eu deixo aqui: vale a pena.
Notícia publicada no endereço anterior em 18/10/2007.

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