A Operação Navalha da Polícia Federal foi deflagrada na manhã de 17/05 nos Estados de Alagoas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Sergipe, Pernambuco, Piauí, Maranhão, São Paulo e no Distrito Federal para cumprir 48 mandados de prisão preventiva e 84 mandados de busca e apreensão contra o grupo acusado de fraudar licitações.
Como tem sido noticiado, o esquema criminoso pretendia garantir o direcionamento de verbas públicas para obras de interesse da organização. E também garantir a vitória em licitações de empresas por ela patrocinadas e assegurar a liberação de pagamentos de obras superfaturadas, irregulares ou mesmo inexistentes.
As fraudes teriam movimentado pelo menos R$ 170 milhões de recursos públicos dos ministérios de Minas e Energia, Integração Nacional, Cidades e Planejamento, além do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes.
A construtora Gautama, do empresário Zuleido Soares Veras, é suspeita de ser a principal beneficiada pelo esquema. A quadrilha atuava em três níveis: o primeiro, formado por 16 funcionários da Gautama, era encarregado de distribuir as propinas. O segundo nível era formado por 13 lobistas e funcionários públicos responsáveis pela intermediação dos negócios; e o terceiro, com 19 pessoas mais influentes, é suspeito de afrouxar a fiscalização e facilitar pagamentos à construtora.
Dentre os principais suspeitos de envolvimento no esquema estão o ex-governador do Maranhão pelo PSB, José Reinaldo Tavares; Jackson Lago, governador do Maranhão pelo PDT; o deputado distrital Pedro Passos (PMDB); Roberto Figueiredo Guimarães, presidente do Banco Regional de Brasília; Luiz Carlos Caetano, prefeito de Camaçari, na Bahia, do PT.
O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, é suspeito de corrupção passiva. De acordo com as investigações da Polícia Federal, ele teria recebido propina no valor de R$ 100 mil da Gautama por ter destinado recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) à construtora. A propina teria sido entregue a Rondeau por meio de uma funcionária da Gautama, Maria de Fátima Palmeira e pelo assessor do Ministério, Ivo Almeida da Costa. Ambos foram presos pela Operação Navalha.
É meus nobres amigos, o trabalho da Polícia Federal está aparecendo cada vez mais, o que é digno de louvor, principalmente por estar investigando crimes que envolvam altos escalões do governo, pois é a partir da punição desses criminosos que a PF estará dando uma lição de trabalho sério, punindo a quem se deva punir, independentemente da posição que ocupe.
Notícia publicada no endereço anterior em 22/05/2007.
Como tem sido noticiado, o esquema criminoso pretendia garantir o direcionamento de verbas públicas para obras de interesse da organização. E também garantir a vitória em licitações de empresas por ela patrocinadas e assegurar a liberação de pagamentos de obras superfaturadas, irregulares ou mesmo inexistentes.
As fraudes teriam movimentado pelo menos R$ 170 milhões de recursos públicos dos ministérios de Minas e Energia, Integração Nacional, Cidades e Planejamento, além do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes.
A construtora Gautama, do empresário Zuleido Soares Veras, é suspeita de ser a principal beneficiada pelo esquema. A quadrilha atuava em três níveis: o primeiro, formado por 16 funcionários da Gautama, era encarregado de distribuir as propinas. O segundo nível era formado por 13 lobistas e funcionários públicos responsáveis pela intermediação dos negócios; e o terceiro, com 19 pessoas mais influentes, é suspeito de afrouxar a fiscalização e facilitar pagamentos à construtora.
Dentre os principais suspeitos de envolvimento no esquema estão o ex-governador do Maranhão pelo PSB, José Reinaldo Tavares; Jackson Lago, governador do Maranhão pelo PDT; o deputado distrital Pedro Passos (PMDB); Roberto Figueiredo Guimarães, presidente do Banco Regional de Brasília; Luiz Carlos Caetano, prefeito de Camaçari, na Bahia, do PT.
O ministro de Minas e Energia, Silas Rondeau, é suspeito de corrupção passiva. De acordo com as investigações da Polícia Federal, ele teria recebido propina no valor de R$ 100 mil da Gautama por ter destinado recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) à construtora. A propina teria sido entregue a Rondeau por meio de uma funcionária da Gautama, Maria de Fátima Palmeira e pelo assessor do Ministério, Ivo Almeida da Costa. Ambos foram presos pela Operação Navalha.
É meus nobres amigos, o trabalho da Polícia Federal está aparecendo cada vez mais, o que é digno de louvor, principalmente por estar investigando crimes que envolvam altos escalões do governo, pois é a partir da punição desses criminosos que a PF estará dando uma lição de trabalho sério, punindo a quem se deva punir, independentemente da posição que ocupe.
Notícia publicada no endereço anterior em 22/05/2007.

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